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MERCADO QUINZENAL

InfoMercado Quinzenal - 318 - 2ª Edição - Jan/24

Boletim com os dados prévios de medição e posição contratual líquida de 1º a 31 de janeiro de 2024


Análise da CCEE

Dados de 1º a 31/01/24 comparados com o mesmo período de 2023 (1º a 31/12/23)

Informações de medição em 15/02/2024, passíveis de ajustes no processo de contabilização

No mês de janeiro, o consumo de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional - SIN, registrou um aumento de 6,6% quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Ao realizar as análises por ambientes de contratação de energia, enquanto o Ambiente de Contratação Regulada - ACR apresentou aumento de 7,5%, o Ambiente de Contratação Livre - ACL cresceu 5,0%. Este resultado foi impulsionado pela exportação de energia elétrica observada no primeiro mês de 2023. Ao considerar a exportação de 1.113 MW médios em janeiro de 2023 e de 66 MW médios em janeiro de 2024, o SIN avança 4,9%, enquanto o ACL cresce 4,5%.

Na análise regional, o consumo no ambiente regulado foi bastante influenciado pelo volume de chuvas e temperaturas maiores/menores. Destaque para o Rio Grande do Sul, que com temperaturas menores que o mesmo período de 2023 e maior volume de chuvas, registrou retração de 7,1%, o único entre os estados para janeiro de 2024. Na outra ponta, com temperaturas maiores e menor quantidade de chuvas, em relação direta com o fenômeno El Niño, os estados do Amazonas (25,1%), Maranhão (21,0%), Mato Grosso (16,9%) e Acre (14,9%) apresentaram os maiores crescimentos.

Com a abertura do mercado de energia elétrica para todo o grupo tarifário A (alta tensão), as migrações em janeiro/24 registraram recorde, atingindo 2460 novas unidades consumidoras. Destas, um pouco mais de 30% migraram no estado de São Paulo, quer registrou a maior quantidade (756), seguido pelo Rio de Janeiro (258 e 10,5% do total) e Rio Grande do Sul (235 e 9,5% do total). Entre os ramos de atividade, destaque para as quantidades de novas unidades consumidoras para os ramos de comércio (691 e 28% do total), serviços (562 e 22,8% do total) e alimentícios (309 e 12,5% do total). Finalmente, para as classes, a grande maioria das migrações, 1.872 ou 76,1% do total, foram a partir de um comercializador varejista, enquanto 18,7% (460) foram de consumidores especiais e 5% (123) de consumidores livres.

No tocante à geração, com dados incompletos de medição, nota-se um aumento estimado de 2,7% quando comparada ao mesmo período no ano anterior. Em relação às fontes, todas apresentaram aumento, em comparação com o ano de 2023, com exceção das eólicas.

Em uma escala percentual decrescente, as fotovoltaicas apresentaram um crescimento de 52,4%, seguido das térmicas (23,5%) e das hidráulicas (1,6%). Já com relação às eólicas, a queda registrada foi de 14,5%.

 

Com a pior  hidrologia no ano corrente,  associada a um período úmido com cenário de hidrológico (chuvas, vazões e armazenamentos) desfavoráveis, inferiores em relação ao último ciclo, e com as temperaturas verificadas apresentando valores elevados na maior parte do país, foram observadas uma menor geração hidráulica e uma maior geração por parte das térmica em janeiro de 2024 ante a janeiro de 2023, para atender a demanda no período de referência. Frisa-se que estes valores podem ser alterados até a publicação da contabilização referente a este mês.

Para o desenvolvimento deste relatório foram consideradas estas premissas:

•        Este boletim foi publicado no dia 15/02/2024;

•        As análises consideram a comparação do período de 2024 em relação ao mesmo período de 2023;

•        Os dados de outubro de 2023 apurados compreendem o período entre os dias 01 a 31 do mês de referência;

•        Medição apurada em MW médios no ponto de conexão, isto é, sem as perdas da rede básica;

•        Os dados de geração contemplam as novas unidades geradoras modeladas na CCEE ao longo do mês;

•        O consumo cativo das unidades consumidoras parcialmente livres está alocado ao ACL;

•        O percentual médio mensal de perdas de geração e consumo prévio em dezembro/23, foi de 2,30% e 2,32%, respectivamente;

•        O ACL considera os autoprodutores, varejistas, consumidores livres e consumidores especiais;

•        As participações no MRE e/ou no regime de cotas foram analisadas de acordo com a contabilização de cada mês. As variações apresentadas são impactadas pelo movimento de usinas no MRE e para o regime de cotas.

Para enviar comentários e sugestões ou esclarecer dúvidas, mande um e-mail para: info.mercado@ccee.org.br

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